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Título: Uma abordagem sobre educação ambiental no ensino fundamental em escolas do interior do Estado do Rio de Janeiro em 2007
Autor(es): Mota, Tássia Rangel
Ferreira, Valéria Bersot
Palavras-chave: Educação ambiental - Ensino Fundamental, RJ
Professores - Formação
Data do documento: 10-Dez-2008
Editor: Elza Maria Senra de Oliveira
Resumo: This study aims to examine whether the perception of adolescents facing the environmental issue, given the practice of education conducted in schools with different profiles, has caused changes in the behavior of young people. Technique was used to survey opinions through questionnaires, which were applied to students and teachers of elementary education at a public school in the municipality of Conception Macabu and a private school in the city of Feeding. These questionnaires allowed to collect data on how environmental education is being implemented in schools and its relationship to other disciplines. The results show that regardless of how environmental education is implemented at the school, across the board or as a separate discipline, there are still difficulties faculty working in this theme in an interdisciplinary and efficient. The social actors who make up the family, school, government, lay in the young hope and commitment to solutions to environmental dilemmas, but there is a discrepancy between talk and action, discourse and practice in relation to environmental issues. This cognitive dissonance is to answer the disengagement of the adolescent, thus reflecting their action in the world and its lack of perspective. He is aware of the significance of preserving the environment for a quality of life, but do not know how to handle it. Despite nearly 10 years elapsed from the creation of cross-cutting themes and Law 9795, establishing the National Policy on Environmental Education, the results are not encouraging, since young people can not perceive environmental issues in addition to natural disasters. The school still does not seem prepared to work the inherent complexity of environmental education, a fact reflected in the research when it comes to teacher training and teaching activities. The transforming action is inefficient. Fear of responsibility and lack of initiative of the adult, attached to a little knowledge, are factors that impede civil society to assume its role with real solutions to environmental issues. Soon, the institution of formal education is the right environment to work this shift because it is she who is closest to the society, yet we can not and should not delegate all responsibility to the school building such knowledge concerning the perpetuation of human beings and the planet. Providing there is a link between thinking, speaking and the act of the school (faculty and students) in connection with the society to which it is embedded is the most tangible way. This connection can be achieved through the implementation of Environmental Education programs that are interesting to the local society, bringing new opportunities and financial professionals, and, who knows well, the environment receive due attention. And so, besides taking the critical exercise, the school environment is the observation and the result of collective building among teachers, students and family.
Descrição: Este trabalho tem como objetivo analisar se a percepção do adolescente frente à questão ambiental, dada a práxis da educação realizada em escolas com perfis diferentes, tem provocado mudanças no comportamento dos jovens. Foi utilizada a técnica de levantamento de opiniões através de questionários, os quais foram aplicados a estudantes e professores do ensino fundamental de uma escola pública do município de Conceição de Macabu e uma escola particular do município de Campos dos Goytacazes. Estes questionários permitiram levantar dados sobre como a Educação Ambiental está sendo implantada nas escolas e sua relação com outras disciplinas. Os resultados evidenciam que, independente de como a Educação Ambiental seja implantada na escola, de forma transversal ou como uma disciplina à parte, ainda há dificuldades do corpo docente em se trabalhar este tema de forma interdisciplinar e eficaz. Os atores sociais que compõem a família, a escola, o governo, depositam nos jovens a esperança e o compromisso com as soluções dos dilemas ambientais, porém há uma discrepância entre o falar e o agir, o discurso e a prática, no que se refere às questões ambientais. Essa dissonância cognitiva tem como resposta o descompromisso do adolescente, refletindo assim em sua ação no mundo e sua falta de perspectiva. Ele é consciente da significância da preservação do ambiente para uma qualidade de vida, porém não sabe como lidar com isso. Apesar de já transcorridos quase 10 anos da criação dos temas transversais e da Lei 9.795, instituindo a Política Nacional de Educação Ambiental, os resultados obtidos não são animadores, uma vez que os jovens não conseguem perceber as questões ambientais além dos desastres naturais. A escola ainda não se mostra preparada para trabalhar a complexidade intrínseca da Educação Ambiental, fato este refletido na pesquisa quando se trata da formação docente e da ação docente. A ação transformadora está ineficiente. O medo da responsabilidade e a falta de iniciativa do adulto, unidos ao pouco conhecimento, são fatores que impedem a sociedade civil de assumir seu real papel frente às soluções das questões ambientais. Logo, a instituição de educação formal é o ambiente adequado para trabalhar esta mudança, pois é ela quem está mais próxima da sociedade; no entanto, não se pode e não se deve delegar à escola toda a responsabilidade de construção destes conhecimentos que dizem respeito à perpetuação do ser humano e do planeta. Propiciar que exista um elo entre o pensar, o falar e o agir da escola (corpo docente e discente) em conexão com a sociedade à qual ela está inserida é o caminho mais palpável. Essa conexão pode ser conseguida através da implantação de programas de Educação Ambiental que sejam interessantes para a sociedade local, trazendo novas possibilidades profissionais e financeiras, e, quem sabe assim, o meio ambiente receba a atenção devida. E assim, além de levar ao exercício crítico, que a escola seja o ambiente de observação e o resultado da construção coletiva entre professores, alunos e família
URI: http://bd.centro.iff.edu.br/xmlui/handle/123456789/398
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